Seag participa da III Semana da Rastreabilidade com palestra sobre exigências para produtores rurais
A Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag)
participa da III Semana da Rastreabilidade da Ceasa-ES, evento que começou
nesta segunda-feira (18) e segue até sábado (23), reunindo produtores rurais,
comerciantes, técnicos e instituições públicas em uma programação voltada à
segurança alimentar e à rastreabilidade de frutas, legumes e verduras (FLV).
Nesta terça-feira (19), segundo dia da programação, a Seag participa do evento
com palestra ministrada pelo coordenador de Agroecologia e Produção Orgânica da
secretaria, Luciano Macal Fasolo. A apresentação terá como foco as obrigações e
exigências que os produtores rurais precisam atender para cumprir as normas da
rastreabilidade.
O secretário de Estado da Agricultura, EnioBergoli, destacou que a
rastreabilidade fortalece a transparência e a qualidade da produção agrícola
capixaba.
“A rastreabilidade é uma ferramenta fundamental para garantir mais segurança
alimentar, transparência e confiança ao consumidor. Ao mesmo tempo, ela fortalece
a produção rural capixaba, valoriza os produtores que trabalham dentro das
normas e amplia a qualidade dos alimentos comercializados no Espírito Santo”,
afirmou.
Segundo Luciano Macal Fasolo, a rastreabilidade também contribui para orientar
os produtores e fortalecer boas práticas no campo.
“Mais do que atender uma exigência legal, a rastreabilidade permite acompanhar
toda a trajetória dos alimentos e contribui para uma produção mais segura e
responsável. É uma ferramenta importante tanto para os produtores quanto para
os consumidores”, destacou.
Ações educativas
Além das palestras e orientações técnicas, a programação inclui ações
educativas e atividades de adequação realizadas no Galpão da Pedra Alta/Pedra
Baixa da Ceasa-ES. O objetivo é ampliar a conscientização sobre a importância
da rastreabilidade para garantir a qualidade e a segurança dos alimentos
comercializados no Estado.
A rastreabilidade de FLV é obrigatória no Espírito Santo desde 2018, conforme
estabelece a Portaria Conjunta SEAG/SESA nº 001/2017. A normativa permite
identificar a origem e acompanhar a movimentação dos produtos ao longo de toda
a cadeia produtiva, contribuindo para o controle sanitário e para o uso correto
de agrotóxicos.
A ação é promovida por um colegiado formado pela Ceasa-ES, Seag, Ministério
Público do Estado do Espírito Santo (MPES), Instituto Capixaba de Pesquisa,
Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), Ministério da Agricultura e
Pecuária (Mapa), Vigilâncias Sanitárias estadual e municipais, Procon e
Secretaria da Fazenda do Estado do Espírito Santo (Sefaz).
Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação da Seag
Leonardo Sales / Paula Pignaton
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